

Descobrimos como gastar 3 euros para ver uns canhões meio desmontados e um peixe mutante. Quem algum dia disse que uma visita a um dos maiores ex-libris da cidade pode ser uma actividade monótona estava redondamente enganado.
A imagem é idílica. Beira rio, pouco frio, o sol a bater-nos na cara… Para onde ir? O que fazer? Fácil. Façam como Nós e vão até à Torre de Belém, onde se podem sentir as carradas de” eau de toilet” Tejo. Lá poderão encontrar de tudo, até mesmo aquilo de que não se está à espera. Poderão ver ao vivo e a cores uma estranha enguia (ou seria uma peixe mutante?) mais que morta naquela espécie de areal que ladeia a Torre. Estrangeiros em quantidade industrial, ainda que a única indústria ali existente seja a do lixo… E como não podia deixar de ser, uma cambada de miúdos estudantes, mais interessados em dar uso às hormonas do que ligar àquilo que a sua professora tenta, histéricamente, explicar: a “inutilidade” prática da construção do monumento. É que serviu para tudo, menos para MacDonalds e para a defesa militar de Lisboa!…
E é assim meus amigos! A Torre de Belém tem isto e muito mais para oferecer. Tentador, não vos parece? A Nós também não.
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Teria o Cocas visto a estranha enguia?